
Em matéria publicada nesta quarta-feira, na Folha de São Paulo, a governadora Yeda Crusius tenta tirar o corpo fora e culpa seus antecessores pelos problemas de corrupção no Estado. A matéria afirma:
“Há oito meses enfrentando uma crise política gerada pelo desvio de verbas do Detran e suposto caixa dois eleitoral, a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), responsabilizou ontem governos anteriores pelos problemas de corrupção no Estado.Segundo a tucana, o Detran foi criado em 1997, quando o Estado era administrado por Antônio Britto (ex-PMDB), e desde sua criação há relatos de desvio de recursos públicos."[Esses problemas de corrupção] vêm de antes. O Detran nasceu em 1997 e já nasceu como ele é hoje. Enfrentei neste ano uma agenda que não é minha", disse a tucana, sem citar os que administraram o Estado entre os anos de 1997 e 2006, antes de ela assumir”.
“Há oito meses enfrentando uma crise política gerada pelo desvio de verbas do Detran e suposto caixa dois eleitoral, a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), responsabilizou ontem governos anteriores pelos problemas de corrupção no Estado.Segundo a tucana, o Detran foi criado em 1997, quando o Estado era administrado por Antônio Britto (ex-PMDB), e desde sua criação há relatos de desvio de recursos públicos."[Esses problemas de corrupção] vêm de antes. O Detran nasceu em 1997 e já nasceu como ele é hoje. Enfrentei neste ano uma agenda que não é minha", disse a tucana, sem citar os que administraram o Estado entre os anos de 1997 e 2006, antes de ela assumir”.
”Depois de Britto, governaram o Rio Grande do Sul Olívio Dutra (PT) e Germano Rigotto (PMDB), que indicou para a presidência do Detran Carlos Ubiratan dos Santos, apontado pela Polícia Federal como um dos autores do esquema de desvio, juntamente com Lair Ferst, empresário que era filiado ao PSDB e que atuou há dois anos como arrecadador informal de fundos da campanha de Yeda ao governo”.
A governadora não quis comentar o envolvimento de pessoas nomeadas por ela no desvio de mais de R$ 44 milhões do Detran. Nas últimas semanas, Yeda vem repetindo a tese do “bebê japonês” que teria sido jogado em seu colo, negando qualquer responsabilidade pela maternidade da criança.
A governadora não quis comentar o envolvimento de pessoas nomeadas por ela no desvio de mais de R$ 44 milhões do Detran. Nas últimas semanas, Yeda vem repetindo a tese do “bebê japonês” que teria sido jogado em seu colo, negando qualquer responsabilidade pela maternidade da criança.
4 comentários:
Tirando o corpo fora... da mansão adquirida por vias não pavimentadas.
Sem agenda... sem corpo... sem ética... sem cultura... sem educação...sem tudo ... É um governo fantasma!
Decididamente a atual geração que elegeu esse fantama não honrou a História do RS e contribuiu pela desmoralização geral. Esse desgoverno ultrapassou todos os limites de tolerância. A incompetência é tanta que não serve nem prá plantar abobrinhas.
Hannah
E tem gente preocupado com a casa da Ieda que custou 750 mil.
PF acusa Greenhalgh de cobrar US$ 260 milhões para viabilizar fusão de Oi e Brasil telecom
Relatório do Serviço de Inteligência da Polícia Federal aponta que Greenhalgh integrava grupo de lobistas. Dinheiro seria utilizado como "caixa dois" em futuras campanhas eleitorais
Redação Época
Um grupo de lobistas supostamente ligados a Daniel Dantas teria exigido em março deste ano cerca de US$ 260 milhões para facilitar a fusão da Oi e Brasil Telecom (ocorrida em abril), criando assim a supertele. As informações constam em relatórios do Serviço de Inteligência da Polícia Federal e foram publicadas nesta quarta-feira (23) pelo jornal O Globo.
O grupo de lobistas seria integrado pelo ex-deputado federal petista, Luiz Eduardo Greenhalgh e o publicitário Gulherme Henrique Sodré, o Guiga, e o braço direito de Dantas, Humberto Braz, que está preso. A PF sugere que o dinheiro recebido seria usado em “caixa dois” de futuras campanhas eleitorais. O relatório policial também informa que os lobistas tinham livre acesso a ministérios, gabinetes de deputados e senadores e à ante-sala da Presidência da República.
No relatório final de 175 páginas da Operação Satiagraha, escrito pelo delegado da PF Protógenes Queiroz antes de deixar as investigações na semana passada, foi determinado a abertura de um inquérito específico para apurar a participação de Greenhalgh no caso. Para o delegado, o ex-deputado faria parte “de um escalão especial” do grupo de Daniel Dantas.
Milhões dólares
A quantia cobrada pelos lobistas seria para cobrir os custos para o “trabalho” de tráfico de influência para viabilizar a fusão das telefônicas. Para a PF, o montante seria pago em parcelas iguais pelos grupos Opportunity e o Citi. A quantia inicial seria de US$ 110 milhões, mas os lobistas exigiram mais para conseguir a efetivação do négócio pelo governo federal. “Os lobistas estão atuando para que o negócio, que já se concretizou de fato, seja autorizado pelo governo federal como de direito e, para isso, cobram seu preço”.
Dentre os acionados pelos lobistas para facilitar a transação, aparece o nome Margareth, identificada pela PF como a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, em uma referência a ex-primeira ministra britânica Margareth Tatcher. Outros nomes mencionados são o do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, o chefe de gabinete de Lula, Gilberto de Carvalho, e o senador piauiense Heráclito Fortes (DEM).
Apesar de mencionar autoridades e parlamentares, o relatório da PF aponta que “não há como afirmar a existência de autoridades federais (com foro privilegiado) envolvidas”. Se algum dos investigados fosse uma autoridade pública, com foro privilegiado, o Supremo Tribunal Federal teria de autorizar as investigações.
A PF conclui o relatório dizendo que Greenhalgh, Braz e Sodré devem ser acusados por formação de quadrilha, tráfico de influência e, futuramente, corrupção.
Vocês notaram como a imprensa não comenta o envolvimento da filha do Serra, a tal de Verônica? Essa e a outra Verônica, acvho que filha do Dantas eram sócias. Alguém se importa com isso? Cris
Postar um comentário