
A denúncia do Ministério Público Federal contra a quadrilha que agia no Detran, aceita pela Justiça Federal esta semana, relata, entre outras coisas, como Lair Ferst e Chico Fraga tentaram extorquir outros integrantes do grupo no período em que ocorreu a transição dos contratos da Fatec para a Fundae (entre fevereiro e maio de 2007). Segundo o MP, Ferst e Fraga “em conjunção de esforços e unidade de desígnios, constrangeram Silvestre Selhorst, Luiz Carlos Pelegrino e Ferdinando Fernandes, representantes da Fatec, mais Flávio Vaz Netto, então presidente do Detran, mediante grave ameaça, com o intuito de obterem para Lair Ferst indevida vantagem econômica, no valor de R$ 120 mil”.
Ainda segundo a denúncia, inconformado com sua iminente exclusão do esquema criminoso, Lair Ferst, inicialmente por intermédio de Francisco Fraga, e depois diretamente, achacou os dirigentes da Fatec e Flávio Vaz Netto. “Alegando possuir crédito junto ao governo, Lair Ferst exigia retornar ao esquema fraudulento, recebendo 6% do Contrato (R$ 120 mil)”.
Essa exigência, segundo o MP, foi feita inicialmente por Chico Fraga, em uma reunião realizada na Assembléia Legislativa, na presença de Silvestre Selhorst, Luiz Carlos Pelegrini e Ferdinando Fernandes. Posteriormente, Lair Ferst, em reunião com Silvestre Selhorst, alegando possuir “crédito junto ao governo”, exigiu novamente seus 6% de comissão. Além, disso, também exigiu de Flávio Vaz Netto sua participação na fraude.
Dessa forma, conclui a denúncia, a extorsão era realizada por Lair Ferst e Chico Fraga, “sob a ameaça de, através de influência junto ao governo do Estado do Rio Grande do Sul, impedir a realização do contrato Detran-Fundae. Flávio Vaz Netto fez referência a um plano B, com a contratação da UERGS e da UFRGS, o que permitiria a Lair “alcançar sua reinserção no esquema criminoso”. Em depoimento à Polícia Federal, Flávio Vaz Netto contou que foi procurado por Chico Fraga em algumas ocasiões nas quais ele intercedeu em favor de Lair Ferst, mencionando a vinculação deste com a governadora Yeda Crusius e ameaçando a posição de Vaz Netto no Detran, caso os pleitos não fossem atendidos.
Ainda segundo a denúncia, inconformado com sua iminente exclusão do esquema criminoso, Lair Ferst, inicialmente por intermédio de Francisco Fraga, e depois diretamente, achacou os dirigentes da Fatec e Flávio Vaz Netto. “Alegando possuir crédito junto ao governo, Lair Ferst exigia retornar ao esquema fraudulento, recebendo 6% do Contrato (R$ 120 mil)”.
Essa exigência, segundo o MP, foi feita inicialmente por Chico Fraga, em uma reunião realizada na Assembléia Legislativa, na presença de Silvestre Selhorst, Luiz Carlos Pelegrini e Ferdinando Fernandes. Posteriormente, Lair Ferst, em reunião com Silvestre Selhorst, alegando possuir “crédito junto ao governo”, exigiu novamente seus 6% de comissão. Além, disso, também exigiu de Flávio Vaz Netto sua participação na fraude.
Dessa forma, conclui a denúncia, a extorsão era realizada por Lair Ferst e Chico Fraga, “sob a ameaça de, através de influência junto ao governo do Estado do Rio Grande do Sul, impedir a realização do contrato Detran-Fundae. Flávio Vaz Netto fez referência a um plano B, com a contratação da UERGS e da UFRGS, o que permitiria a Lair “alcançar sua reinserção no esquema criminoso”. Em depoimento à Polícia Federal, Flávio Vaz Netto contou que foi procurado por Chico Fraga em algumas ocasiões nas quais ele intercedeu em favor de Lair Ferst, mencionando a vinculação deste com a governadora Yeda Crusius e ameaçando a posição de Vaz Netto no Detran, caso os pleitos não fossem atendidos.



