
João Luiz Vargas foi mais esperto do que José Otávio Germano quando chamado a dar explicações sobre as conversas telefônicas gravadas pela Polícia Federal que levaram o Ministério Público Estadual ao convencimento de que ele era parte diretamente envolvida na fraude do Detran. Quando Antônio Dorneu Maciel perguntou a José Otávio quanto ele queria, a resposta foi "71". Acredite quem quiser, a explicação do deputado federal foi que estavam se referindo a um lugar na fila de votação para o Conselho do Grêmio.
João Luiz também foi flagrado em suspeitíssimos diálogos com a turma do Detran usando expressões como "cadernos", "livros" e "precatórios" completamente descontextualizadas. Os cadernos, disse ele, eram os do Pacto pelo Rio Grande (aquele, cujo trabalho foi feito pela Pensant). Os livros seriam livros mesmo. E o precatórios... bem, sobre estes, João Luiz não disse uma palavra. Sabe bem que um conselheiro do TCE não teria como "mandá-los" a alguém como afiirma numa das gravação apresentadas pelos procuradores.
Na entrevista que concedeu sobre a notícia-crime, o Procurador Geral de Justiça do Estado, Mauro Renner, referiu-se a estas e outras expressões estranhas que apareceram nas escutas telefônicas dizendo que há um convencimento do Ministério Público de que se tratariam de códigos usados pelos envolvidos na fraude.
A vocação de João Luiz para metáforas já foi salientada aqui no blog, que comentou suas colunas no jornal A Palavra, de São Sepé. Desta vez, contudo, o conselheiro se superou. Para justificar sua licença do cargo de presidente do TCE, ontem à tarde, ele saiu-se com esta: "Dizem que vai chover. Eu não sei, mas levo um guarda-chuva caso se confirme a previsão". O que João Luiz tem a ver com a meteorologia ninguém sabe, mas depois que ele disse isso, a madrugada de segunda para terça-feira registrou uma das maiores precipitações pluviométricas dos últimos tempos. (Maneco)
João Luiz também foi flagrado em suspeitíssimos diálogos com a turma do Detran usando expressões como "cadernos", "livros" e "precatórios" completamente descontextualizadas. Os cadernos, disse ele, eram os do Pacto pelo Rio Grande (aquele, cujo trabalho foi feito pela Pensant). Os livros seriam livros mesmo. E o precatórios... bem, sobre estes, João Luiz não disse uma palavra. Sabe bem que um conselheiro do TCE não teria como "mandá-los" a alguém como afiirma numa das gravação apresentadas pelos procuradores.
Na entrevista que concedeu sobre a notícia-crime, o Procurador Geral de Justiça do Estado, Mauro Renner, referiu-se a estas e outras expressões estranhas que apareceram nas escutas telefônicas dizendo que há um convencimento do Ministério Público de que se tratariam de códigos usados pelos envolvidos na fraude.
A vocação de João Luiz para metáforas já foi salientada aqui no blog, que comentou suas colunas no jornal A Palavra, de São Sepé. Desta vez, contudo, o conselheiro se superou. Para justificar sua licença do cargo de presidente do TCE, ontem à tarde, ele saiu-se com esta: "Dizem que vai chover. Eu não sei, mas levo um guarda-chuva caso se confirme a previsão". O que João Luiz tem a ver com a meteorologia ninguém sabe, mas depois que ele disse isso, a madrugada de segunda para terça-feira registrou uma das maiores precipitações pluviométricas dos últimos tempos. (Maneco)





