
A propósito da delação premiada que Lair sugere que estaria negociando com o Ministério Público, pelo que se sabe até agora, não há qualquer chance de isto acontecer. Para a oposição, isto configuraria a intenção de conceder a entrevista para chantagear o governo. Lair é, hoje, um homem magoado, abandonado e que se sente traído pelos amigos e partidários. Diz estar em dificuldades financeiras e a julgar pelas atividades que desenvolvia até ser preso, é possível que isto seja verdade. Lair não tem emprego, era um lobista que se aproveitava da proximidade com o governo. Agora, até mesmo os contratos de empresas que ele havia indicado para o setor público estão sendo rompidos. A fonte secou.
Seus familiares, como se viu na CPI, têm pouca qualificação profissional (basta lembrar da irmã que mal sabia assinar o nome e que, justamente por disso, teve um piripaque antes mesmo de depor; e do cunhado cuja resposta, repetida ad nauseam, celebrizou o "vou permanecer-me calado"). Uma das irmãs está grávida e os R$ 200 mil que ele tentou retirar de um banco na semana passada, foram recolhidos pela Polícia Federal.
O movimento de Lair lembra o de outro réu acusado pela fraude, Vaz Netto, que chegou a enviar um e-mail ao ex-secretário Delson Martini dizendo que se não fosse recebido por ele para tratar de "assuntos de interesse pessoal e de governo", voltaria à CPI. Vaz Netto, que chegou a esnobar uma oferta da própria governadora para ser recebido por ela, estranhamente, de uma hora para outra, parou de pressionar pela audiência. Lair pode estar usando a mesma tática. (Maneco)
Seus familiares, como se viu na CPI, têm pouca qualificação profissional (basta lembrar da irmã que mal sabia assinar o nome e que, justamente por disso, teve um piripaque antes mesmo de depor; e do cunhado cuja resposta, repetida ad nauseam, celebrizou o "vou permanecer-me calado"). Uma das irmãs está grávida e os R$ 200 mil que ele tentou retirar de um banco na semana passada, foram recolhidos pela Polícia Federal.
O movimento de Lair lembra o de outro réu acusado pela fraude, Vaz Netto, que chegou a enviar um e-mail ao ex-secretário Delson Martini dizendo que se não fosse recebido por ele para tratar de "assuntos de interesse pessoal e de governo", voltaria à CPI. Vaz Netto, que chegou a esnobar uma oferta da própria governadora para ser recebido por ela, estranhamente, de uma hora para outra, parou de pressionar pela audiência. Lair pode estar usando a mesma tática. (Maneco)

















